26/04/2019 às 10h05min - Atualizada em 26/04/2019 às 10h05min

A Kátia Abreu de ontem e a Kátia Abreu de hoje

Alberto Rocha - Alberto Rocha

foto: internet
Artigo de Opinião – Alberto Rocha

A senadora  e ex-ministra da agricultura no governo Dilma Rousseff,  Kátia Regina de Abreu,  a Kátia Abreu, está em andanças pelo o Estado como nunca se viu.
 
Em 2019 é possível dizer que Kátia Abreu, 57 anos, aparece como um dos políticos que mais visitaram suas bases eleitorais, além de outras ações importantes em diversos segmentos.
 
Apesar da  larga experiência na política, Kátia está mandando um recado claro para aqueles que têm mandato  político, em especial, para os novatos: que é preciso sair do conforto dos gabinetes de Palmas e de Brasília  para conhecer a  dura realidade dos tocantinenses que vivem nos rincões abandonados no Estado.
 
O novo jeito de Kátia fazer política me agrada, pois demonstra mais maturidade e mais compromisso com o povo que a elegeu e com o Estado que ela representa.
 
Kátia não para. Além das ações e das visitas, a senadora mostra espírito de combatividade que poucos têm.
 
Mesmo ameaçada de ser expulsa do MDB,  não se intimida. Kátia já bateu boca até com o superministro de Bolsonaro, Paulo Guedes, além pegar a pasta da mesa do Senado durante eleição, colocando-a debaixo do braço, lembrando a atitude de uma garotinha enfezada  que, ao brigar com o professor, pega os cadernos e vai embora para casa emburrada.
 
Essa é a Kátia Abreu: a senadora andante, a pecuarista, ex-presidente da CNA, candidata a vice-presidente da República, a empresária, a ex-ministra, a mãe de Irajá Abreu (senador)  de Iratã e de Iana,  e filha do seu João Luiz e da dona Vera Lúcia.  
 
E essa é a Kátia Abreu que solta a voz na elitizada Universidade de Harvard (EUA), mas que bota o pé na estrada  para escutar o povo sofrido que mora nos  rincões do Tocantins.
 
Alberto Rocha- jornalista
 

 
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