22/04/2019 às 09h24min - Atualizada em 22/04/2019 às 09h24min

Carlesse não é tudo o que dizem; para o bem do Tocantins, deixem o homem trabalhar

Alberto Rocha - Alberto Rocha

foto internet

Artigo de Opinião- Alberto Rocha
 
 Na antiga ilha de Creta, 600 anos antes de Cristo, existia um poeta com nome de Epimênides. “Ele disse: as más conversações corrompem os bons costumes”.
 
Sem dúvidas, muitos têm criticado o governo Mauro Carlesse dizendo que ele está parado no tempo. Tal opinião vem tanto dos supostos aliados dele quanto dos que querem vê-lo bem longe do Palácio.
 
Também, muitos comparam Carlesse a Judas Iscariotes (que traiu Jesus) ou às pragas do Egito ou mesmo a um monstro que criamos e que agora nos engole. Pensam até em tirá-lo do Palácio. Besteira! Carlesse não é tudo o que pintam.
 
O que estimula esse apetite voraz de críticas ao governador? Não queriam um governador com a cabeça de empresário? Deu errado?
 
Qual o pecado de Carlesse?  Ser governador? Se essa for a resposta, então o pecado não é dele, mas do povo, que o elegeu. Devemos, sim, respeitar as autoridades constituídas enquanto elas servirem bem.
 
Não admiro pessoas que só apontam os erros sem mostrar a solução. Isso não ajuda em nada.
 
Os críticos devem saber que governar um estado como o Tocantins é o mesmo que colocar remendo de pano novo em pano velho. Carlesse deve trabalhar, sim, e muito. Dessa forma, “apaziguará a fúria dos adversários”.
 
É hora das diferenças políticas darem lugar à sensatez, prevalecer o bom senso na esperança que uniu gregos e troianos na busca da vitória a Carlesse.
 
Os críticos devem dar mais tempo para o governo mostrar serviço. Já os que se dizem aliados, mas que escondem a cara precisam aprender a dura lição de que não se abandona um companheiro mesmo no pior dos fogos cruzados.
 
Para o bem do Tocantins, “Deixem o homem trabalhar”; do contrário, os loucos são eles.
 
Alberto Rocha – é jornalista
 
 
 
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