09/04/2019 às 21h08min - Atualizada em 09/04/2019 às 21h08min

100 dias de governo; 100 dias apaixonado

Alberto Rocha
Não me refiro à canção 60 dias apaixonados em Aparecido do Taboado,  mas  ao governo do Tocantins, que  chega a 100 dias de gestão.

Os 100 primeiros dias do governador Mauro Carlesse foram engessados com a demora na aprovação do orçamento de 2019. Agora, autorizado pela Assembleia Legislativa, que aprovou o orçamento, o governador já pode começar a trabalhar para tirar da inércia um Estado que se arrasta em crise. 

Já são 100 dias de governo, mas ainda é cedo para se avaliar um governo apenas pelos primeiros dias de gestão, mas o Governador já descobriu que não se faz política apenas com abraços, fogos de artifício. Política é fogo que queima, é um jogo jogado com veneno e trapaças. 

Nestes 100 dias de gestão, o governador teve tempo suficiente para descobrir que política é um terreno sutil, escorregadio, cheio de contradição e de cobranças, um verdadeiro campo minado pronto para explodir a qualquer momento, expondo as vísceras de uma administração que deu certo ou que fracassou. 

Mas a turbulência dos 100 dias já passou. O que esperar daqui para frente? Apenas que faça o melhor, pois a esperança não pode  dar lugar à frustração.

100 dias de governo. Chegou a hora de Carlesse receber as críticas com serenidade, de agarrar-se aos sonhos, tocar em frente o governo e fazer acreditar que a esperança ainda não se foi, pois o tempo apenas começou.

Por enquanto, o povo ainda espera um sinal de que o governador já tenha cultivado o solo e semeado a semente; se ele quer colher o sonho, deve regar a flor.
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