17/05/2019 às 20h36min - Atualizada em 17/05/2019 às 20h36min

Homem diz ter acertado a Mega-Sena acumulada, mas não leva o prêmio


 

O agricultor Osmar Malavasi alega ter acertado os seis números sorteados na maior Mega-Sena da história, aproximadamente R$ 290 milhões, mas não conseguiu levar o prêmio. De acordo com Malavasi, os números escolhidos não foram registrados pela lotérica. A atendente teria feito dois registros repetidos e deixado de fora justamente os números sortudos.

 

À imprensa, o agricultor contou que marcou as três apostas e entregou os talões para a moça do caixa, neste momento a moça teria feito um jogo de forma correta e registrado dois de forma repetida. Malavasi explica ainda que só percebeu a confusão após o sorteio, quando foi comparar os talões registrados com os que havia levado anotado.

 

“Quando conferi, fui prestar atenção e vi que tinham dois jogos registrados na máquina iguais. Aí fui conferir os jogos que tinha feito, quais eram os números. Peguei uma cartela e vi que tinha sorteado os números que eu tinha jogado e a moça não registrou. Não sei o motivo que ela não registrou”, conta o agricultor. Malavasi explica ainda, que jogou os números sorteados em referência a data do seu aniversário e sua idade atual.

 

Na busca de entender o que aconteceu, o homem procurou pela lotérica que alegou não poder fazer nada. Malavasi procurou pela Polícia Civil, onde o delegado o aconselhou a buscar um advogado. Segundo o delegado, o agricultor parece estar falando a verdade e agindo de boa fé. “A Polícia Civil tem interesse em ajudar o homem e averiguar, fazer uma investigação preliminar, para ver se houve má fé por parte da lotérica e ver se caracteriza ou não alguma infração penal”, disse o delegado.

 

Osmar Malavasi, vai entrar na justiça em busca de sua parte, mas lamenta não poder ter dividido o prêmio com o único ganhador que, segundo a Caixa, é morador de Pernambuco. “Muito dolorido isso. A gente vivendo aqui na roça, em situação difícil, hoje poderia tá com a vida tranquila. E vai saber até quando vai isso pra resolver né!?”, disse o homem, que mora na cidade da Altônia, no Paraná. ( fonte: 24horas).


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