16/05/2019 às 07h24min - Atualizada em 16/05/2019 às 07h24min

Próximo prefeito terá que se virar com um orçamento de mais de R$ 2 bilhões

Alberto Rocha - Alberto Rocha

foto de internet

Alberto Rocha
 
Todo mundo sabe que a grande maioria das prefeituras em todo o País não vai  bem. No Tocantins, dos 139 Municípios, grande parte deles sobrevive ao repasse do FPM- Fundo de Participação dos Municípios, dinheiro enviado todo mês pelo Governo do Estado.
 
Mas se tem prefeitura que reclama da falta de dinheiro, outras nem tanto. Pelo menos é o cenário que se desenha para o próximo prefeito de Araguaína (gestão 2021 a 2024), segunda maior cidade do Tocantins e capital econômica do Estado.
 
Levando em consideração o orçamento deste ano, que foi de  quase de 588 milhões de reais e com projeção de crescimento para os anos seguintes, o próximo prefeito ou prefeita, poderá ter à disposição, durante os quatro anos de mandato, nada menos que mais de 2 bilhões  e 400 milhões de reais em caixa. Os dados são apenas estimativa, mas essa quantia equivale a 12 prêmios da mega-sena da virada, com valor de 200 milhões cada. Parece muito, mas ainda é pouco.
 
Se a cifra é grande, os desafios para administrar uma cidade do porte de Araguaína são maiores ainda.
 
O próximo gestor ou gestora terá que gerir os recursos com responsabilidade fiscal, pois todo esse dinheiro é obtido de impostos pagos pelos contribuintes araguainenses, do Estado e também do País, por meio de receitas correntes, originárias de arrecadação própria ou transferências constitucionais e legais.
 
Nesse caso, resta ao futuro prefeito aplicar o dinheiro com responsabilidade em programas nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento básico e ambiental, mobilidade urbana, modernização da gestão administrava, financeira e fiscal, dentre outras ações que contemplem obras fundamentais para o desenvolvimento da cidade.
 

 
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