30/04/2019 às 09h22min - Atualizada em 30/04/2019 às 09h22min

50 milhões de reais do PreviPalmas jogados no Cais Mauá de Porto Alegre



Dúvidas e  dores de cabeça provocadas pela administração do ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha, parecem que não param.  Dessa vez, mais uma vem à tona.  É que o governo do Rio Grande do Sul pode romper o contrato com o Cais Mauá, que teria recebido R$ 50 milhões do fundo de Previdência dos servidores de Palmas, o PreviPalmas.
 
O procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, vai apresentar ao governador Eduardo Leite (PSDB) e aos secretários de Governança e Gestão, Cláudio Gastal, e de Parcerias Estratégicas, Bruno Vanuzzi, as conclusões do estudo sobre as questões jurídicas que envolvem o contrato firmado no final de 2010.
  
O jornal afirmou que o governador já ouviu mais de uma vez o grupo de trabalho que elaborou estudo recomendando a rescisão do contrato, coordenado pelo secretário-adjunto de Logística e Transportes, Eduardo Krause.
 
O jornal Zero Hora, de Porto Alegre,  contou que os quatro membros foram unânimes na recomendação para que o Estado rompa o contrato com a Cais Mauá do Brasil e elencaram sete pontos que a empresa não teria cumprido. Entre os motivos para a provável rescisão, apontou o periódico, está o não pagamento de R$ 5,3 milhões pelo arrendamento da área.
 
Em Palmas, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga esses investimentos de risco do PreviPalmas quer ir a Porto Alegre conhecer de perto a situação do empreendimento que recebeu R$ 50 milhões da Previdência dos servidores. (informações clebertoledo e Zero Hora)
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