
Meus amigos, a política, como sempre digo, é um jogo de oportunidades e de leitura de cenários. E o que estamos assistindo neste momento no Sudeste do Tocantins é uma daquelas raras conjunções astrais em que o eleitor percebe: “A hora é agora”. Refiro-me à candidatura de André Cavalari (PSDB) a deputado estadual.
O Sudeste tocantinense tem um histórico de se ver sub-representado, de assistir às decisões sendo tomadas de longe, sem um porta-voz genuíno, com raízes e vivência local. Mas a conjuntura política de 2026 desenhou um quadro inédito. André Cavalari surge não como “mais um”, mas como o único nome competitivo nascido e forjado na região de Dianópolis a disputar uma vaga na Assembleia. E é exatamente essa exclusividade regional que transforma sua candidatura em um movimento real, não apenas uma tentativa isolada.
Como analista político, observo que a viabilidade de uma candidatura se sustenta em três pilares: identidade, momento e estrutura. Cavalari domina a identidade do Sudeste, tem sua vida pessoal/profissional e de sua família com base sólida em Dianópolis, onde é fisioterapeuta concursado desde 2015, foi secretário de juventude e esportes em 2017, presidente do conselho municipal de saúde, vereador, Diretor Geral do Hospital Regional, construindo sua trajetória na saúde e gestão pública, Cavalari é ainda sempre lembrado por ter uma agenda voltada para a saúde, entrega de resultados e inovação na política (frise-se, diga-se de passagem essa raridade). O momento? É o de uma região que clama por protagonismo e que encontrou um nome aglutinador.
Mas o que mais me chama a atenção, e aqui mudo o tom para falar da rua, da temperatura da campanha, é a forma como essa estrutura está operando. A campanha de André Cavalari não é um projeto de gabinete; é uma campanha viva, pulsante, que tomou as ruas de forma surpreendente.
Não estou falando de um movimento fabricado, (PARÊNTESE NECESSÁRIO: estou atentamente observando e lendo o que diariamente tem acontecido nos bastidores desta eleição, especialmente no Sudeste), mas de um fenômeno que ganha ares de “onda”. O que se vê no Sudeste são populares atuando como multiplicadores espontâneos de votos, um voto muitas vezes silencioso. Essa adesão orgânica é o sonho de consumo de qualquer marqueteiro político e sinaliza para uma campanha com viés de alta, com “cheiro de vitória”.
Apoio de Vicentinho Júnior, candidato a governador, atestou o peso político da candidatura
Neste fim de semana ocorreu em Natividade: uma carreata gigantesca, com carros e motos a perder de vista, ao lado de Vicentinho, tomando as ruas da cidade histórica. Uma demonstração de força incontestável.
E o ritmo não diminui. Apenas nesta semana, Cavalari intensificou a agenda com passagens por Natividade, Santa Rosa e Silvanópolis, consolidando seu nome nas bases do Sudeste.
Essa força não é apenas um sentimento das ruas, mas um dado matemático que já balança as estruturas do estado e tem razão técnica e matemática para isso:
Como um analista debruçado sobre os números que o eleitor comum não vê, posso assegurar: o nome de André Cavalari já é o elefante na sala das três principais campanhas majoritárias do Tocantins. Tive acesso aos cruzamentos de dados internos e trackings dessas coordenações (levantamentos fechados, de consumo estritamente estratégico) e o fenômeno é unânime. Em todos os QGs, Cavalari desponta não apenas como um candidato, mas como o inédito viável que furou a bolha. Entre marqueteiros e cientistas políticos da capital, ele é a grande novidade desta eleição. Não se trata de uma menção aqui ou acolá, os dados mostram que ele liderou tanto a intenção de voto na espontânea, quanto na estimulada. Já nas consultas de trackigs internos com foco direcionado especificamente na cidade de Dianópolis, Cavalari lidera nestes levantamentos das três principais campanhas majoritárias. Matemática não mente, preciso destacar. O Sudeste tocantinense tem, indiscutivelmente, a chance de eleger não apenas um representante, mas alguém que os estrategistas do estado inteiro já enxergam com o peso de uma força política consolidada, repito, matemática não mente.
Em uma rápida fala com o candidato por telefone para este editorial, André afirmou que “estamos sendo recebidos de forma muito respeitosa pelas pessoas, reconhecendo que a nossa proposta pelo Sudeste é, principalmente, o caracter técnico que nossa candidatura apresenta no conhecimento em relação a saúde pública do nosso estado, essa receptividade e adesões que tenho recebido diariamente não só me motiva, minha responsabilidade e compromisso aumenta com o Sudeste, como na campanha, exponencialmente”.
Para quem acompanha os bastidores da política tocantinense, a leitura é clara: André Cavalari deixou de ser apenas uma aposta para se tornar a mais viável e sólida chance de o Sudeste ter, de fato, um deputado estadual para chamar de seu. O vento, definitivamente, sopra a favor. Resta saber se o eleitor sacramentará nas urnas essa oportunidade histórica.
Por Kim Nunes, comentarista político e colunista do site Tocantins Agora




