Candidaturas femininas ganham corpo na campanha eleitoral em Araguaína
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Pela legislação eleitoral, 30% das candidaturas devem ser preenchidas por mulheres. O objetivo é incentivar a participação feminina na política. Entre as mulheres que concorrem a uma das 17 vagas na Câmara de Vereadores de Araguaína, está Zilda de Moura, padeira, assistente social, técnica em edificações e pós-graduada em gestão social e políticas públicas. De origem humilde, Zilda, que sempre lutou pelas causas sociais na sua cidade, resolveu disputar pela primeira vez uma vaga de vereadora. Zilda diz que está confiante e segue empenhada, de olho na vaga. Para isso, ela sai cedo em busca do voto, além de conscientizar a população para a necessidade de votar e escolher bem os representantes do povo. Com relação a projetos, Zilda diz que vai lutar pelas causas sociais e femininas.
Reforço
De acordo o artigo 17 da Resolução TSE nº 23.607/2019, as mulheres candidatas têm, no mínimo, 30% do total do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), também conhecido como Fundo Especial, para ampliar as campanhas eleitorais. (da assessoria da candidata).