20/07/2020 às 09h17min - Atualizada em 20/07/2020 às 09h17min

Produtores rurais de Palmeirante investem na produção de frango caipira


Foto: Divulgação 
 
O Abatedouro de Aves de Palmeirante, no Norte do Estado, traz grandes expectativas ao agricultor familiar interessado em investir no setor de Avicultura. Fruto de uma parceria entre a prefeitura Municipal, a Associação dos Agricultores Familiares e Extrativistas de Palmeirante (APRANTE), e recurso Federal da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia, a agroindústria tem capacidade de abate de 500 frangos por dia. Atividade que vai garantir ainda a oportunidade de 40 vagas empregos para a população local.

O produtor João Coelho Souza Neto, da Chácara Por do Sol, também está com uma estrutura de mil aves no período de vazio sanitário para o abate nos próximos dias e já prevê aumentar a estrutura de alojamentos para a próxima criação. “Hoje, com o abatedouro e as parcerias firmadas nos temos a garantia de que produto vai ser vendido, antes a gente produzia pouco e só conseguia comercializar no mercado local, feiras e de porta em porta. Agora, com o acompanhamento técnico, com selo de inspeção estadual a gente tem a oportunidade de comercializar no Estado todo, então já penso em aumentar a estrutura e plantel de aves”, frisou.

Quem também foi beneficiada pela instalação da nova agroindústria na cidade é a moradora Ana Maria, que conseguiu uma vaga de emprego e está aproveitando a oportunidade para se qualificar. “Esse abatedouro mudou a minha vida desde o dia que começou a funcionar. Muitos precisam de uma oportunidade de emprego e agora estão tendo. Estamos sendo qualificados para trabalhar em qualquer outra empresa”, disse.

Satisfeito com as oportunidades geradas, o prefeito Charles Dias, explica que a criação desse abatedouro é um anseio da comunidade para criar oportunidade de geração de renda e empregos e uma forma também de o município se destacar na produção de agroindústrias familiar, se tornando referência estadual no produção de aves caipira.

“Hoje nós temos dois modelos de produção, um em regime de parceria com a empresa privada Caipirão, onde o empresário entra com o frango, a ração e os insumos, e o outro modelo, onde o próprio produtor desenvolve todo o processo. Nesta, o produtor vai contar com o apoio da Associação dos Agricultores, a APRANTE, que desenvolve o projeto Mais Caipira, na parte de investimento e disponibilidade de mão de obra para execução das atividades do abatedouro. Esses produtores da agricultura familiar vão trabalhar com a marca Da Roça”, explicou. (informações da Secom).




 
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