20/05/2020 às 08h57min - Atualizada em 20/05/2020 às 08h57min

Governo do Tocantins reforça fiscalização contra a pesca ilegal no Estado


Foto: Divulgação 
 
Equipes de fiscalização do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) apreenderam quase 20 mil metros de redes de pesca de vários tamanhos de malha, além de apetrechos como molinetes, espinhéis, pindas, boias e tarrafas, resultado de pesca predatória, durante fiscalização realizada entre o início do mês de março até esse domingo, 17.

Somente durante operação especial realizada no período de 12 a 17 deste mês, foram recolhidos 10,3 mil metros de redes, lançadas em vários pontos do Lago da Usina hidrelétrica Luís Eduardo Magalhães, abrangendo os municípios de Ipueiras, Brejinho de Nazaré, Porto Nacional, Palmas, Lajeado e Miracema do Tocantins. A fiscalização se estendeu para alguns afluentes do Lago. A equipe de fiscalização fez abordagens terrestres e aquáticas.

Operações semelhantes, realizadas no mês de abril, já haviam retirado do lago nove mil metros de redes. Segundo o fiscal chefe da operação realizada na última semana, Jusley Caetano, a equipe ficou impressionada com a quantidade redes em vários pontos do Lago nas últimas operações.

O presidente do Naturatins, Sebastião Albuquerque, detalhou que o combate à pesca predatória está ocorrendo em todo o Estado e vem sendo alvo de operações especiais de fiscalização desde o mês de março, especialmente nos municípios abrangidos pelo Lago da Usina do Lajeado, bem como no Rio Caiapó, trecho no município de Araguacema, incluindo rios e lagos que estão na área do Parque Estadual do Cantão e na Área de Proteção Ambiental (APA) Ilha do Bananal/Cantão.

“Sabemos que a pesca é uma paixão dos tocantinenses, mas a proibição neste momento é necessária para garantir o repovoamento de peixes, prejudicado pela pesca indiscriminada; e no caso do Rio Caiapó, também é fundamental que a atividade de pesca seja coibida, por ser o local um importante berçário para várias espécies”, justifica o presidente. (com informações da Secom).




 
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