31/03/2020 às 08h18min - Atualizada em 31/03/2020 às 08h18min

Ministro do STJ decreta prisão de desembargadora por suposta propina


Créditos: Divulgação
 
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Og Fernandes decretou a prisão preventiva da desembargadora Sandra Inês Moraes Rusciolelli Azevedo, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA), e dos advogados Vasco Rusciolelli Azevedo e Vanderlei Chilante.

Os três foram alvos de mandados de prisão temporária na quinta fase da Operação Faroeste, após a Polícia Federal flagrar suposta entrega de propina R$ 250 mil no apartamento de Sandra e seu filho Vasco. O montante teria relação com compra de voto da desembargadora em favor de um produtor rural.

Um dos advogados, Vanderlei Chilante, cumprirá o início da preventiva em regime domiciliar, por causa de um atestado médico que diz que ele  manteve contato com paciente suspeito de estar com coronavírus.
 
Quinta fase da Faroeste

A quinta etapa da Faroeste foi aberta por ordem do ministro Og Fernandes e fez oito buscas nas cidades de Salvador e Mata de São João, na Bahia, e Rondonópolis, em Mato Grosso. Sandra, Vasco, Vanderlei, e o produtor Nelson José Vigolo, representante da Bom Jesus Agropecuária foram os alvos das buscas. Este último teria sido o responsável pelo pagamento da propina de R$ 250 mil  para a Desembargadora.  Sandra vai ficar afastada da Corte baiana por um ano, sem prejuízo à remuneração.

A propina teria sido entregue num motel em Salvador para o filho da Desembargadora, Vasco. (MN).


 
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