03/02/2020 às 06h23min - Atualizada em 03/02/2020 às 06h23min

Ano eleitoral: vai começar o festival de promessas milagrosas; umas mentem, outras, enganam

Alberto Rocha - Alberto Rocha

Alberto Rocha
 
 
Em ano eleitoral, o eleitor costuma cair no risco das promessas fáceis. O candidato promete muito, mas depois de eleito muitas promessas não são cumpridas. Não existe uma legislação que obrigue o político a cumprir suas promessas.
 
O candidato a vereador que  promete construir  creches, casas populares, hospitais, asfaltar ruas, etc, está mentindo, pois isso não é atribuição dele. Outro perigo são as promessas milagrosas. Desconfie!
 

Por que as promessas não são cumpridas?

Por várias razões: falta de conhecimento do próprio candidato, má-fé, dificuldades políticas e do contexto, entre outros.

As promessas são registradas?

Sim. Presidente da República, Governador e Prefeito precisam registrar suas promessas. É o que diz a lei 12.034, que prevê que esses candidatos entreguem à Justiça Eleitoral um plano de governo, que deve conter as ações que o candidato pretende executar ao longo dos seus quatro anos de mandato.

 Agora, o candidato que não cumpre com suas promessas deveria enfrentar a fúria do povo como aconteceu dois anos atrás na Bolívia, País vizinho do Brasil.
 
Na cidade de San Buenaventura, a população amarrou o prefeito  a um instrumento de tortura, acusando-o de não cumprir promessas da campanha eleitoral. Na época, imagens da "punição"  circularam  amplamente nas redes sociais. Foi a terceira vez que o prefeito foi amarrado por não cumprir promessa de campanha.
 
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