Eleições chegando e os candidatos também; mais uma vez o eleitor está na mira das promessas e de tapinhas nas costas

Por Alberto Rocha-Alberto Rocha
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Alberto Rocha- artigo de opinião   Quem tem ouvidos, ouça, pois este testemunho é verdadeiro:   Antes das eleições, o eleitor é a pessoa mais importante do mundo; Depois, é o  ser mais estranho  do planeta.   Em período eleitoral, o candidato, que tem personalidades  múltiplas, esconde o jogo e só se revela por completo depois das eleições. Já o eleitor, acometido de ilusão exaltada, deixa-se enganar, e quando se arrepende é tarde demais.  Aliás, na política, a regra é a traição, e quase sempre o traído é o eleitor.   Em época de eleição, o candidato esbanja um sorriso falso, distribui tapinhas nas costas e se especializa em promessas e mentiras. O político promete e mente porque sabe que o eleitor vive de esperança,  de sonhos e ilusão.   A conclusão é:  Se todo candidato  é mentiroso, então todo eleitor é corrupto.   Mas o enunciado não é verdade. Existe candidato  que não mente e eleitor honesto. Logo, nem todo candidato  é mentiroso, nem todo eleitor é corrupto.  
Mas é bom ficar de olhos abertos, posso estar enganado.