O jornalismo do lixo ganha espaço e afeta credibilidade e confiança do público

20/02/2026 06h24 - Atualizado há 3 semanas

Artigo de opinião - Alberto Rocha - Jornalista

Na faculdade, na década de 1990, na Universidade Salgado de Oliveira (Universo), em Niterói (RJ), meus professores alertavam: “Façam um jornalismo ético, responsável e imparcial, doa a quem doer”. Por muito tempo, acreditei nisso. Depois, descobri que o sonho dos meus professores não passava de balela, de conversa fiada.

Não existe jornalismo ético, responsável e imparcial.  Nessa seara, o que vale é a vantagem que se leva. Quem tenta trilhar por esse caminho acaba sendo passado para trás pelos picaretas de plantão. A verdade é que quem faz jornalismo ético, responsável e imparcial não vai muito longe. Quem insiste acaba atolado na vala da necessidade.

Resta, então, uma saída: migrar para outras profissões, especialmente para o Direito, sonhando, talvez, com gordos penduricalhos ao se aventurar em uma carreira pública.

Jornalismo ético, responsável e imparcial não existe que me mostrem o contrário, e eu apresentarei as provas. O que vale hoje é a vantagem que se obtém, quanto se vai ganhar para trocar a vírgula pelo ponto final.

Atualmente, o que interessa ao suposto jornalismo é saber se a nota fiscal será paga em dia ou talvez qual será o valor da minha mídia.

Em tempo: texto produzido pelo cérebro e não pela IA

 

 

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