O fim da escala 6×1, o autosserviço nos postos e a atuação das distribuidoras na revenda de combustíveis estiveram entre os temas debatidos na Reunião Extraordinária do Conselho de Representantes da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), realizada nesta quarta-feira, 28 de outubro, em Natal (RN). O presidente do Sindiposto-TO e conselheiro da Fecombustíveis, Wilber Silvano de Sousa Filho, participou das discussões.A pauta também incluiu a regulamentação da recarga de veículos elétricos e propostas de aperfeiçoamento das normas e penalidades aplicadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os assuntos envolvem mudanças com possíveis efeitos sobre a operação dos postos, as relações de trabalho e a concorrência no setor.“São discussões que chegam ao dia a dia dos postos, desde a organização das equipes até as regras para o funcionamento das empresas. Nossa participação busca levar a realidade dos revendedores do Tocantins para esse debate nacional”, afirma Wilber.No campo das relações de trabalho, o debate sobre o fim da escala 6×1 colocou em pauta os impactos de uma eventual mudança sobre a organização das jornadas. A discussão sobre autosserviço também integrou a agenda, ao lado de questões relacionadas à participação das distribuidoras no mercado de revenda.Para o presidente do Sindiposto-TO, a análise desses temas precisa considerar as condições de funcionamento dos estabelecimentos e seus efeitos sobre empresários, trabalhadores e consumidores.“O setor reúne empresas de diferentes portes e realidades. É preciso avaliar como cada proposta pode afetar os custos, os empregos e o atendimento à população, para que as decisões sejam tomadas com base nesses impactos”, diz.A regulamentação da recarga de veículos elétricos acrescentou à pauta as mudanças nas demandas de abastecimento e nos serviços oferecidos pelos postos. Já as propostas relacionadas às normas e penalidades da ANP trataram das regras que orientam a atividade e a fiscalização do setor.“Defendemos regras claras, equilíbrio na concorrência e segurança jurídica para quem atua na revenda. O acompanhamento dessas discussões faz parte do compromisso do sindicato com os empresários tocantinenses e da nossa atuação como conselheiro da Fecombustíveis”, afirma Wilber.
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